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domingo, 28 de outubro de 2007

Caixa Dois


Sinopse: Luiz Fernando (Fúlvio Stefanini) é um banqueiro rico, que em uma transação de precatórios consegue um ganho extra de R$ 50 milhões. Como o doleiro que geralmente desconta o cheque e envia os dólares para sua conta em Zurique está em coma, Luiz decide usar sua secretária (Giovana Antonelli) como "laranja". Porém ele se vê em apuros quando Romeiro (Cássio Gabus Mendes), seu funcionário e que levaria inicialmente R$ 2 milhões da transação, coloca um dígito errado ao fazer o depósito. Isto faz com que o dinheiro caia na conta de uma mulher trabalhora e honesta (Zezé Polessa), cujo marido (Daniel Dantas) foi recentemente demitido pelo banco de Luiz Fernando. Ao saber do caso ela se recusa a fazer o estorno, gerando complicações para todos.

Título Original: Caixa Dois
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 83 minutos
Ano de Lançamento Brasil: 2007
Direção: Bruno Barreto
Roteiro: Juca de Oliveira e Márcio Alemão, baseado em peça teatral de Juca de Oliveira

Elenco: Fúlvio Stefanini (Luiz Fernando), Giovana Antonelli (Ângela), Zezé Polessa (Angelina), Daniel Dantas (Roberto), Cássio Gabus Mendes (Romeiro), Thiago Fragoso (Henrique), Marina de Sabrit (Anésia) e Robson Nunces (Capilé).
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Fraco, fraquíssimo. Parece um quadro do Zorra Total aumentado. Ok! Posso estar exagerando, mas também, infelizmente, não vi a peça, mas o filme tenta ser comédia demais e deixa uma história bobinha de fundo. Não tem nada que se aproveite no filme, é uma pena, pois poderia ser algo melhor por ser um tema importante.

Abraços,
Alexandre Q.
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Bem, o filme não é estas maravilhas, mas, resumindo, eu gostei. É uma comédia bacana sobre o que mais vemos no Brasil, lavagem de dinheiro, suborno e gente sendo corrompida. Até o mais humilde e com valores morais, pode ser facilmente corrompido.
A história foi contada de uma maneira leve e muito bacana, não sei se é fiel a peça, mas acho que é uma boa comédia. Claro que tem seu exageros, alguma coisa fora do lugar, mas Fúlvio Stefani e Zezé Polessa estão muito bem, principalmente o primeiro.

Até,
André C.

domingo, 9 de setembro de 2007

Deu a Louca em Hollywood (Epic Movie)




Sinopse:
Quatro órfãos são selecionados para visitar uma fábrica de chocolates, onde têm acesso ao mundo encantado de Gnárnia.




Título Original:
Epic Movie
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 86 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2007
Direção: Jason Friedberg e Aaron Seltzer
Roteiro: Jason Friedberg e Aaron Seltzer

Elenco: Kal Penn (Edward), Adam Campbell (Peter), Jennifer Coolidge (Branquela Perversa)Jayma Mays (Lucy), Faune A. Chambers (Susan), Crispin Glover (Willy), Tony Cox (Bink), Héctor Jiménez (Sr. Tumnus), Darrell Hammond (Capitão Jack Swallows), Fred Willard (Aslo) e Kevin McDonald (Harry Potter)
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Você deve estar pensando nosso problema, certo?

Ou são filmes com John Cusack ou são comédias bobas.

Também não sei qual o problema, mas neste filme vou resumir como resumi para o Mr. Beans.
Ri ou Não? Ri, muito pouco.

Olha que eu gosto do gênero comédia que debocha de outros filmes, mas ou eu estava de péssimo humor (não tenho motivos) ou o gênero cansou e precisa de um tempo.

Algumas piadas se salvam, como a do Mel Gibson bêbado, do Harry Potter e X-men, mas só isso.

Não perca seu tempo, eu perdi.

Abraços,
Alexandre Q.
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O Alexandre já disse tudo! E desta vez não tenho nem como contestar ou elogiar algo.

Um minuto de silêncio para todos que viram este filme.

Até,
André C.

Próximo Filme:
O Vidente
Próxima Série: Família Soprano e Californication - Terceiro Episódio

As Férias de Mr. Bean (Mr. Bean's Holiday)


Sinopse: Mr. Bean ganha em uma rifa uma filmadora e uma semana de férias no sul da França. Durante a viagem ele pede a um passageiro que o filme embarcando. O trem parte e Bean fica com o filho dele, o que o faz ele ser seguido até pela polícia.

Título Original: Mr. Bean's Holiday
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra): 2007
Direção: Steve Bendelack
Roteiro: Robin Driscoll, Hamish McColl e Simon McBurney
Elenco: Rowan Atkinson (Mr. Bean), Willem Dafoe (Carson Clay), Max Baldry (Stepan), Karel Roden (Emil Duchesvsky) e Emma de Caunes (Sabine).
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O que se esperar de um filme do Mr. Bean?


Um programa do Mr. Bean em tamanho gigante.E é justamente isso que vemos neste filme, o comediante Rowan Atkinson com suas atrapalhadas típicas do personagem que ele fez famoso e conhecido mundialmente.


Não espere muito do filme, em algum momento as piadas cansam e a gente percebe que o bom do Mr. Bean é no formato conta gotas, piadas curtas e diretas.
As imagens pela França são muito bonitas e uma atração a parte.


Até,
André C.
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Num filme destes não tenho como me alongar muito, vou dizer se ri ou não, que daí resumi uma comédia: Ri, mas não tanto como achei que iria rir.


As melhores piadas ficam nos primeiros 40 minutos, como a piada onde ele diz Gracias achando que falava francês.Mas o filme não cansa e é uma boa para ver no sábado chuvoso, melhor do que Zorra Total.


Abraços,
Alexandre C.

O Homem do Ano (Man of the Year )


Sinopse: Tom Dobbs, um comediante que faz sucesso com um programa de entrevistas brinca com o fato de ser cancidato a presidente. E quando decide candidatar-se realmente à presidência, com a intenção de soltar o seu humor corrosivo no retórico discurso dos políticos "em ascensão", acontece algo extraordinário – ele ganha as eleições!

Título Original: Man of The Year
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 115 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2006
Direção: Barry Levinson
Roteiro: Barry Levinson
Elenco: Robin Williams (Tom Dobbs), Christopher Walken (Jack Menken), Laura Linney (Eleanor Green) e Jeff Goldblum (Stewart).
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Comecei a ver o filme sem saber a sinopse e no começo tive três impressões: A primeira que o filme seria uma crítica ao povo Americano, que elege qualquer um. A segunda aos Políticos e Partidos Americanos. E a terceira que mostraria como o "mercado" poderia eleger quem ele quisesse, na verdade é uma crítica aos sistemas eletrônicos.

O filme na verdade é um pouco dos dois primeiros, mas sem nunca chegar a fundo em nenhum dos temas, mas consegue cumprir seu papel de criticar através de uma comédia inteligente e refinada. A terceira é uma estória paralela para unir Williams e Linney, e mostrar que no mundo ainda existe gente honesta.

A parte do debate dos políticos sérios com o concorrente comediante (Williams) é a parte alta do filme. Uma cena espetacular, em que o comediante simplesmente fala com a voz do povo tudo o que as pessoas pensam, mas não conseguem falar. Ali Williams deu um show de interpretação no seu melhor estilo, com caras e bocas, mas passando uma seriedade incrível.

O elenco ainda conta com a espetacular atriz Laura Linney, talvez você não a conheça de nome, mas é só olhar o rosto que você vai lembrar de muitos filmes dela, pois ela sempre é um espetáculo de interpretação.

Um filme que poderia ser mais crítico se focasse em 1 só tema, mas que merece ser retirado da prateleira na locadora.

Até,
André C.
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É engraçado como o André sempre enxerga coisa demais em um filme, eu posso resumir o filme em: comédia que tenta ser uma crítica aos políticos em geral.

O problema é que eu acho que o filme nunca chega a ser realmente uma crítica, fica naquela de querer mostrar um final feliz e politicamente correto.

Claro que na parte do debate a crítica foi direta aos políticos do mundo inteiro, pois o comediante Tom Dobbs (Robin Williams) faz uma pergunta simples: Quem dá milhões para campanhas de políticos, dá de graça? E eu e você que somos apenas uma pessoa no meio de bilhões, damos o que? Votos, apenas votos.

O filme é bom, mas parece que falta alguma coisa. E a história do erro dos computadores, para mim, é desnecessária e estraga o foco principal.

Abraços,
Alexandre Q.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Escrito nas Estrelas (Serendipity)






Sinopse:
Após se conhecerem casualmente, Jonathan e Sara sentem uma atração mútua, apesar de estarem envolvidos em outros relacionamentos. Após passarem o dia juntos, eles se separam deixando que o destino controle o futuro de ambos.


Título Original: Serendipity
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 85 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2001
Direção: Peter Chelsom


Elenco: John Cusack (Jonathan Trager), Kate Beckinsale (Sara Thomas), Jeremy Piven (Dean),Molly Shannon (Eve) e John Corbett (Lars Hammond)

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O primeiro filme do nosso Blog foi escolhido pela minha namorada Michelle, graças ao André que citou este filme em um de nossos encontros no Boteco sexta-feira, bem, eu tive que ver e ele rever.

Kate Beckinsale é linda, gostosa, sexy, mas eu não consigo olhar para ela sem lembrar dela de roupas de couro no Anjos da Noite, naquele filme ela tá show, neste filme água com muita açúcar, quase 1 kg de açúcar, ela realmente parece aquela menina que você leva jantar na casa dos pais e passeia de mão dada no shopping, mas falta aquele tchan, aquela sensualidade, parece menina de prédio, mocinha de novela da globo interpretada pela Gabriela Duarte.

Ah! O filme, é mais do que previsível, quando você lê o nome dos atores você sabe que os mocinhos se encontram, se afastam, existem desencontros, mas no fim eles se beijam para sempre. Resumindo, já vi milhares iguais, mas minha namorada adorou, resumindo: filme de menininha!

Abraço!
Alexandre Q.
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Realmente o filme é bem água com açúcar e previsível, mas hoje em dia comédia romântica é isso, salvo exceções como o excelente Diário de uma Paixão. Mas diferente do Alexandre eu não vejo como um filme de menininha, pois é um filme que agrada todo mundo que assiste. É daqueles filmes que você sempre vai parar para ver um pedacinho quando está passando na Sessão da Tarde.

Além da espetacular Kate Beckinsale, eu também levaria ela para jantar em casa (eu posso, você não), o filme tem o excelente John Cusack, que mais uma vez está perfeito.

Resumindo: vale a pena ver, pois é aquele passatempo que o cinema deve ser.

Próximo Filme: O Contrato
Próxima Série: Californication (se o Alexandre baixar na internet)

Até,
André C.