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domingo, 28 de outubro de 2007

Reine Sobre Mim (Reign Over Me)


Sinopse: Dois antigos colegas de alojamento escolar Charlie Fineman (Adam Sandler) e Alan Johnson (Don Cheadle) se encontram muitos anos depois e retomam sua amizade. Charlie, que recentemente perdeu sua esposa e filhos, está fugindo de sua própria vida, enquanto Alan está sobrecarregado por sua família e por responsabilidades profissionais. O reencontro oportuno se transforma numa corda salva-vidas para Charlie e Alan, ambos desesperadamente necessitando de um amigo de confiança nesse momento crucial de suas vidas.

Título Original: Reign Over Me
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 124 minutos
Lançamento no EUA: 03/2007
Lançamento Brasil: 07/2007
Direção: Mike Binder
Roteiro: Mike Binder

Elenco: Adam Sandler (Charlie Fineman), Don Cheadle (Alan Johnson), Jada Pinkett Smith (Janeane Johnson), Liv Tyler (Angela Oakhurst), Saffron Burrows (Donna Remar), Donald Sutherland (Judge Raines), Robert Klein (Jonathan Timpleman), Melinda Dillon (Ginger Timpleman) e Mike Binder (Bryan Sugarman)

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Não sou fã do Adam Sandler, mas sou muito fã do Don Cheadle, e ele dispensa qualquer comentário, só para variar um pouco, esteve perfeito. Já Sandler, foi muito elogiado, muito aclamado por ter feito um drama, e realmente Sandler está diferente, está melhor do que a média, mesmo com o visual Bob Dylan, porém existem momentos que parece que ele vai fazer uma piada, momentos em que falta algo dramático nele, mas isso não prejudica o filme.
O filme, pode até ser longo, mas toca no assunto 11 de setembro de uma forma realmente bonita, sensível e sem cair num dramalhão.
Gostei mesmo do filme, pois fala de amor, da falta de confiança (para o personagem de Don Cheadle), no coração partido e na falta de preparo, na falta de algo para se segurar quando alguma coisa sai fora da linha, seja o divórcio, o rompimento, uma tragédia. O filme mostra isso de várias maneiras, e deixa claro o valor de uma amizade para superar os nossos maiores problemas e medos.
E jamais poderia ficar sem dizer: Que trilha sonora espetacular.
Palmas para o grande Donald Sutherland, numa ponte de raro talento.

Até,
André C.
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Poderiam ter feito apenas o CD com a trilha sonora, pois o filme foi cansativo, longo, cheio de sentimentalismo barato e se aproveitando de um tema batido. O Adam Sandler ficou chato, querendo ser o que não é. Realmente não gostei, talvez se fosse um pouco mais curto até funcionasse, mas chegou uma hora que eu queria parar de ver, pois não saía do lugar, nada acontecia, apenas uma lentidão exagerada. Nem a bela Liv Tyler foi aproveitada, num papel pequeno e apagado, parecendo uma menina perdida.

Abraços,
Alexandre Q.

sábado, 20 de outubro de 2007

Bem Vindo Ao Jogo (Lucky You)


Sinopse: Huck Cheever (Bana), um jogador de pôquer profissional que participa do World Series of Poker 2003. Na disputa pelo título, encontra como principal obstáculo seu pai, L.C. Cheever (Robert Duvall, de "Lições Para Toda a Vida") que abandonou sua mãe há anos. Enquanto tenta vencer o campeonato e exorcizar seus próprios demônios, Cheever conhece Billie Offer (Barrymore), uma esforçada cantora de cassino que irá lhe ensinar uma grande lição de vida.

Título Original: Lucky You
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 124 minutos
Ano de Lançamento no EUA: 05/2007
Ano de Lançamento Brasil: 06/2007
Direção: Curtis Hanson
Roteiro: Curtis Hanson, Carol Fenelon e Denise Di Novi.

Elenco: Eric Bana (Huck Cheever), Robert Duvall (L. C. Cheever), Drew Barrymore (Billie Offer), Horatio Sanz (Ready Eddie), Debra Messing (Suzanne Offer), Jean Smart (Michelle Carson), Charles Martin Smith (Roy Durucher), Phyllis Somerville (Pawnbroker), Robert Downey Jr. (Telephone Jack) e Danny Hoch (Bobby Basketball).
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Para quem entende Poker ou gosta do jogo, o filme é muito divertido, para quem não entende, talvez seja um filme chato e cansativo. É como assistir aqueles filmes que possuem uma lição de moral, mas que usam o Beisebol para tal, normalmente quem não entende o jogo, acha o filme chato.
É um bom filme que mostra um jogador viciado em jogos que tem como seu maior objetivo de vida tentar provar para seu pai que pode caminhar com suas pernas e sem cometer os mesmos erros dele, ou seja, o filme é basicamente uma história entre pai e filho, onde um errou no seu relacionamento no passado, por causa do jogo e outro não se relaciona para não errar, e se esconde no jogo e vive a vida como uma mesa de poker.
Interessante as participações especiais do Robert Downey Jr. e da cantora Madeleyne Peyroux.
Robert Duvall é sempre espetacular, o jeito dele, praticamente esnobando o filho em algumas situações é espetacular.
É um bom passatempo, mas alerto novamente, precisa gostar e entender de poker, senão você cansa na primeira meia hora.

Até,
André C.
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O André alertou tudo, o filme cansa, pois fica demais em cima das mesas de poker. Cansei logo do filme, minha namorada então, dormiu. Eu até jogo poker, mas ver um jogo inteirinho sobre isso é realmente cansativo, claro, que Cartas na Mesa com o Edward Norton e Matt Damon é bem melhor, pois é sobre poker, mas tem ação, tem um algo mais. Aqui, fica apenas discutindo relação pai e filho, namorado e namorada.
O filme não sai muito do lugar.
Não sou fã da Drew Barrymore, mas ela parece uma coadjuvante de luxo.

Abraços,
Alexandre Q.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Terra Fria (North Country)


Sinopse: Josey Aimes (Charlize Theron) mãe solteira e com dois filhos para sustentar é contratada pela principal fonte de empregos da região: as minas de ferro. Incentivada por Glory (Frances McDormand), uma das poucas mulheres da cidade que trabalha nas minas, Josey passa a trabalhar no grupo daqueles que penam para arrancar o minério das pedreiras. Ela está preparada para o trabalho duro e, às vezes, perigoso, mas o que não esperava era sofrer com o assédio dos seus colegas de trabalho. Como ao reclamar do tratamento recebido é ignorada, ela decide levar à justiça o caso.

Título Original: North Country
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 126 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2005
Direção: Niki Caro
Roteiro: Michael Seitzman, baseado em livro de Clara Bingham e Laura Leedy

Elenco:
Charlize Theron (Josey Aimes), Thomas Curtis (Sammy Aimes), Frances McDormand (Glory), Sean Bean (Kyle), Woody Harrelson (Bill White), Jeremy Renner (Bobby Sharp), Richard Jenkins (Hank Aimes), Sissy Spacek (Alice Aimes),
Linda Emond (Leslie Conlin) e Michelle Monaghan (Sherry)
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Baseado em fatos reais e com atuações espetaculares de Charlize Theron, Frances McDormand e Woody Harrelson.
O grande valor do filme, que o transforma de um filme genérico sobre o assunto em filme é muito bom, e a dupla feminina que encabeça o elenco. Charlize e a sensacional Frances McDormand se entregam de corpo e alma ao papel, por isso mereceram a indicação ao Oscar. O filme é delas e faz que um tema tão batido ganhe uma nova visão.
Woody Harrelson e Sissy Spacek são coadjuvantes de luxo e que nos poucos momentos que aparecem na tela mostram todo o seu talento, principalmente Harrelson numa das cenas finais do tribunal.

Até,
André C.
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Filme baseado em fatos reais, mas cheios de clichês e que lembra aqueles filmes que a globo adora colocar no Supercine, ou seja, mulher atacada por marido, chefe, etc. e que tenta dar a volta por cima.
A diferença, boas atuações do elenco, mas é só.
Você já viu milhares iguais e mais curtos, mas veja por que a Charlize sempre merece uma espiadinha pela sua beleza, mesmo com cabelo de Chitãozinho.

Abraços,
Alexandre Q.

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sexta-feira, 14 de setembro de 2007

O Último Rei da Escócia (The Last King of Scotland)


Sinopse: Nicholas Garrigan (James McAvoy) é um jovem médico escocês que parte para Uganda em busca de aventura, romance e alegria. Após um acidente, Nicholas conhece e impressiona o recém empossado presidente do país Idi Amin (Forest Whitaker) .Obcecado com a cultura e a história da Escócia, Amin se afeiçoa a Nicholas e lhe oferece a oportunidade de ser seu médico particular. Ele aceita a oferta, o que faz com que passe a frequentar o círculo interno de um dos mais terríveis ditadores da África.

Título Original: The Last King of Scotland
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra): 2006
Direção: Kevin Macdonald
Roteiro: Jeremy Brock e Peter Morgan, baseado em livro de Giles Foden

Elenco: Forest Whitaker (Idi Amin), James McAvoy (Nicholas Garrigan), Kerry Washington (Kay Amin), Gillian Anderson (Sarah Merrit), Simon McBurney (Nigel Stone), David Oyel
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Eu me arrependo de não ter visto este filme antes, pois é simplesmente um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos. Um filme que tem tudo que um filme bom precisa ter: prende atenção, enredo, diálogos inteligentes, imagens itensas, fortes e de grande impacto.
Não, não é nada sanguinário ou coisa assim, as imagens de grande impacto são causadas pelo excelente Forest Whitaker, o filme é dele.
O Oscar foi mais do que merecido. Uma das atuações mais espetaculares que vi de um ator que não era conhecido do grande público, mas que sempre fez o seu trabalho com muita qualidade, seja à frente das câmeras ou atrás delas.
Se você ainda não viu, não perca tempo como eu, veja assim que puder, talvez você não goste da história, mas quem gosta de cinema não pode ficar sem ver Forest Whitaker neste filme.
Vale lembrar a excelente performance do James McAvoy, merecia também uma indicação ou um prêmio (indicado apenas para o BAFTA)

Até,
André C.
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Eu não dava nada para o filme, aliás, nem me motivei ao ler a sinopse dele, pensei que era mais um filme mostrando o sofrimento dos negros da África, mas fiquei surpreso.
Não considero o melhor filme que vi nos últimos tempos, mas realmente o ator Whitaker faz o filme, ele meio que pega a gente no colo e diz: deixa comigo.
Poderia ter um pouco mais de ação, mostrar mais as matanças do Amin, mas talvez a intenção não fosse mostrar isso, e sim a cabeça do cara.
O final ficou meio assim sem fim, queria ver mais, apesar de achar o filme longo.

Abraços,
Alexandre Q.


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quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Invasão de Domicílio (Breaking and Entering)


Sinopse: Will (Jude Law) e Sandy (Martin Freeman) possuem uma próspera firma de arquitetura paisagística. Recentemente eles se mudaram para a região de King's Cross, o centro da mais ambiciosa regeneração urbana da Europa. Seu escritório, repleto com a tecnologia mais avançada, é alvo constante de ladrões. Além disso Will precisa lidar com um “casamento” infeliz e com uma enteada problemática. Cansado de tudo e fugindo dos problemas caseiros, um dia Will segue Miro (Rafi Gavron), um dos integrantes da quadrilha que assalta sua empresa. Will o segue até o apartamento em que Miro mora com sua mãe, Amira (Juliette Binoche), uma refugiada bósnia. Na intenção de investigar o roubo, Miro torna-se amigo intimo de Amira

Título Original: Breaking and Entering
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 120 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra): 2006
Direção: Anthony Minghella
Roteiro: Anthony Minghella

Elenco: Jude Law (Will), Juliette Binoche (Amira), Robin Wright Penn (Liv), Martin Freeman (Sandy), Ray Winstone (Bruno), Vera Farmiga (Oana) e Rafi Gavron (Miro).
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Jude Law é um grande ator, e neste filme ele está vazio, mas não por estar mal na tela, simplesmente por seu personagem estar se sentindo vazio, afastado da namorada/esposa e da sua filha/enteada.
Justamente este é ponto principal da trama, Law não consegue se infiltrar dentro do círculo criado pela sua namorada, que o afasta dos problemas da enteada, e leva a ter dúvidas sobre seu amor.
Mas a melhor atuação fica para Robin Wright Penn, que faz do seu personagem, teoricamente coadjuvante, o grande trunfo do filme, pois graças aos seus problemas, a sua tristeza aparente e a sua proteção exagerada a filha, afasta o seu grande amor.
E Law descobre em Juliette Binoche, não o amor carnal, que leva um homem a traição, mas sim a oportunidade de entrar naquele círculo, de amar, não apenas ser mais um.
O filme é um grande estudo sobre os conflitos do amor, e sobre a tristeza e o vazio das pessoas que perdem ou esquecem de amar.
Juliette Binoche é uma grande Dama do cinema francês e merece o parabéns por aceitar, aos 40 e poucos anos, aparecer nua, sem medo da câmera.

Até,
André C.
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Chato! Muito chato!
Sou contra traíção, mas se é para trair, que seja com uma mulher que mereça arriscar um casamento. Nada contra a Juliette Binoche, que é, para muitos, uma grande atriz, mas querer nos fazer acreditar que um homem trairia a mulher com ela, é forçar a barra.
O André fala de estudo sobre amor e coisas assim, cá entre nós, eu vi apenas um filme que leva o nada ao lugar nenhum, ou seja, não sai do lugar.
Filme que me lembrou o chato Closer.

Abraços,
Alexandre Q.