domingo, 9 de setembro de 2007

As Férias de Mr. Bean (Mr. Bean's Holiday)


Sinopse: Mr. Bean ganha em uma rifa uma filmadora e uma semana de férias no sul da França. Durante a viagem ele pede a um passageiro que o filme embarcando. O trem parte e Bean fica com o filho dele, o que o faz ele ser seguido até pela polícia.

Título Original: Mr. Bean's Holiday
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra): 2007
Direção: Steve Bendelack
Roteiro: Robin Driscoll, Hamish McColl e Simon McBurney
Elenco: Rowan Atkinson (Mr. Bean), Willem Dafoe (Carson Clay), Max Baldry (Stepan), Karel Roden (Emil Duchesvsky) e Emma de Caunes (Sabine).
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O que se esperar de um filme do Mr. Bean?


Um programa do Mr. Bean em tamanho gigante.E é justamente isso que vemos neste filme, o comediante Rowan Atkinson com suas atrapalhadas típicas do personagem que ele fez famoso e conhecido mundialmente.


Não espere muito do filme, em algum momento as piadas cansam e a gente percebe que o bom do Mr. Bean é no formato conta gotas, piadas curtas e diretas.
As imagens pela França são muito bonitas e uma atração a parte.


Até,
André C.
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Num filme destes não tenho como me alongar muito, vou dizer se ri ou não, que daí resumi uma comédia: Ri, mas não tanto como achei que iria rir.


As melhores piadas ficam nos primeiros 40 minutos, como a piada onde ele diz Gracias achando que falava francês.Mas o filme não cansa e é uma boa para ver no sábado chuvoso, melhor do que Zorra Total.


Abraços,
Alexandre C.

Californication - Hell-A Woman


Sinopse da Série: David Duchovny (o Fox Mulder de Arquivo X) é o escritor Hank Moody que luta contra pelo fato de ter estragado as melhores relações que construiu em sua vida: sua ex-namorada (Natascha McElhone ) e sua filha. Viciado em sexo, drogas e em uma vida sem regras Hank Moody tenta recuperar a paixão de sua ex-namorada e entender o crescimento sexual da filha. Entre uma cama e outra Hank Moddy precisa voltar a escrever, mas o que lhe resta é o blog de uma revista da Califórina.

Canal EUA:
Showtime

Elenco Fixo
: David Duchovny (Hank Moody), Natascha McElhone (Karen), Madeleine Martin (Becca), Madeline Zima (Mia) e Evan Handler (Charlie).
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Ok! Eu vi o segundo e vou ver o terceiro, não que a série ainda me empolgue, mas o segundo episódio já foi melhor que o primeiro, com certeza!

A cena em que o Mulder, ops, Hank conversa com a atriz de filme pornô sobre uma certa plástica na região de baixo das mulheres é muito boa, principalmente por brincar com o desejo feminio de ter tudo novo, até lá.

O jantar quando ele dá um fora com a amiga de sua ex e ainda no fim consegue ir para a cama, da sua ex-mulher, é outra coisa forte neste episódio.

Realmente acho que o nível tende a melhorar, mas ainda não sei se vai ser apelativa ou séria.

Abraços,
Alexandre Q.
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A série realmente merece os elogios que a crítica americana está fazendo, por isso a segunda temporada já foi confirmada. Uma pena que o mesmo não aconteceu com a excelente Studio 60 on The Sunset Strip.

Neste segundo episódio Duchovny consegue passar ainda melhor o ar de canastrão, que por mais que ame sua ex-mulher, ele não pode perder uma boa transa, nem que seja na casa dela e na cama dela.

Brinca com temas polêmicos: como sexo com menor de idade, plásticas (as duas mulheres que ele transa se preocupam com os seios e outras coisas que o Alexandre já falou) e o trabalho para sobreviver.

Diálogos espetaculares, adultos e cheio de malícia fizeram este segundo episódio superior ao piloto. E o final foi bem bacana.

Destaque é a atriz Madeline Zima, muito bem como a adolescente sensual.

Até,
André C.

O Homem do Ano (Man of the Year )


Sinopse: Tom Dobbs, um comediante que faz sucesso com um programa de entrevistas brinca com o fato de ser cancidato a presidente. E quando decide candidatar-se realmente à presidência, com a intenção de soltar o seu humor corrosivo no retórico discurso dos políticos "em ascensão", acontece algo extraordinário – ele ganha as eleições!

Título Original: Man of The Year
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 115 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2006
Direção: Barry Levinson
Roteiro: Barry Levinson
Elenco: Robin Williams (Tom Dobbs), Christopher Walken (Jack Menken), Laura Linney (Eleanor Green) e Jeff Goldblum (Stewart).
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Comecei a ver o filme sem saber a sinopse e no começo tive três impressões: A primeira que o filme seria uma crítica ao povo Americano, que elege qualquer um. A segunda aos Políticos e Partidos Americanos. E a terceira que mostraria como o "mercado" poderia eleger quem ele quisesse, na verdade é uma crítica aos sistemas eletrônicos.

O filme na verdade é um pouco dos dois primeiros, mas sem nunca chegar a fundo em nenhum dos temas, mas consegue cumprir seu papel de criticar através de uma comédia inteligente e refinada. A terceira é uma estória paralela para unir Williams e Linney, e mostrar que no mundo ainda existe gente honesta.

A parte do debate dos políticos sérios com o concorrente comediante (Williams) é a parte alta do filme. Uma cena espetacular, em que o comediante simplesmente fala com a voz do povo tudo o que as pessoas pensam, mas não conseguem falar. Ali Williams deu um show de interpretação no seu melhor estilo, com caras e bocas, mas passando uma seriedade incrível.

O elenco ainda conta com a espetacular atriz Laura Linney, talvez você não a conheça de nome, mas é só olhar o rosto que você vai lembrar de muitos filmes dela, pois ela sempre é um espetáculo de interpretação.

Um filme que poderia ser mais crítico se focasse em 1 só tema, mas que merece ser retirado da prateleira na locadora.

Até,
André C.
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É engraçado como o André sempre enxerga coisa demais em um filme, eu posso resumir o filme em: comédia que tenta ser uma crítica aos políticos em geral.

O problema é que eu acho que o filme nunca chega a ser realmente uma crítica, fica naquela de querer mostrar um final feliz e politicamente correto.

Claro que na parte do debate a crítica foi direta aos políticos do mundo inteiro, pois o comediante Tom Dobbs (Robin Williams) faz uma pergunta simples: Quem dá milhões para campanhas de políticos, dá de graça? E eu e você que somos apenas uma pessoa no meio de bilhões, damos o que? Votos, apenas votos.

O filme é bom, mas parece que falta alguma coisa. E a história do erro dos computadores, para mim, é desnecessária e estraga o foco principal.

Abraços,
Alexandre Q.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Californication - Pilot


Sinopse da Série:
David Duchovny (o Fox Mulder de Arquivo X) é o escritor Hank Moody que luta contra pelo fato de ter estragado as melhores relações que construiu em sua vida: sua ex-namorada (Natascha McElhone ) e sua filha. Viciado em sexo, drogas e em uma vida sem regras Hank Moody tenta recuperar a paixão de sua ex-namorada e entender o crescimento sexual da filha. Entre uma cama e outra Hank Moddy precisa voltar a escrever, mas o que lhe resta é o blog de uma revista da Califórina.

Canal EUA: Showtime

Elenco Fixo: David Duchovny (Hank Moody), Natascha McElhone (Karen), Madeleine Martin (Becca), Madeleine Zima (Mia) e Evan Handler (Charlie).

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Californication tem tudo para ser uma série diferente, inédita e pornográfica chique. A começar por este piloto que de forma sútil, nada escandalosa, o escritor Hank Moody aparece no altar de uma igreja recebendo sexo oral de uma freira sexy.

Algo fácil para chocar, mas foi a maneira mais sensacional de apresentar o personagem principal da série, que é um escritor perdido, que se odeia, que é triste, que não consegue mais escrever, que perdeu seu grande amor, teve seu livro adaptado para um filme fraco e não entende a filha. O que lhe resta? Bebidas, drogas e muito sexo.

Em um primeiro momento a série pode até parecer meio chula, apelativa, mas é uma comédia inteligente, adulta e que vem sendo a marca do canal Showtime.

Sem dizer que é complicado você ver o David Duchovny como um garanhão, mas o cara está surpreendendo, talvez os fãs de Arquivo X tenham problemas, mas como eu não era, não acho que ele vai pegar um ET na esquina.

Até,

André C.
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Depois de uma luta gigatesca eu consegui baixar esta série, aliás, já baixei mais dois episódios.

Eu esperava mais, muito mais. Ainda mais pela primeira cena, uma freira monumental fazendo sexo oral na frente do altar, mas a melhor coisa do piloto ficou por aí.

Neste piloto, ela não deixou claro se a série não vai ser uma coisa apelativa ou mais uma série que discute relações entre pai, esposa, amantes, sexo, drogas, etc. É algo como as séries adolescentes, mas para adultos.

Claro que neste piloto a coisa mostra que vai ser uma série com muito cheiro de sexo, muito seio, mas cá entre nós, Fox Mulder pegando todas, até em livraria? Achei meio exagerado, mas vou dar uma chance e ver os próximos dois que já baixei.

Mas no momento muito lelele, para pouco.

Abraços,

Alexandre Q.

Próximo Filme: O Homem do Ano
Próxima Série: Californication - Segundo Episódio

O Albergue (Hostel)







Sinopse: Dois mochileiros e um amigo em viagem para Amsterdam são convidados a ir para Eslováquia para um Albergue que é um verdadeiro paraíso, repleto de belas mulheres. Um verdadeiro nirvana.

Título Original: Hostel
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 95 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2005
Direção: Eli Roth
Roteiro: Eli Roth
Elenco: Jay Hernandez (Paxton), Derek Richardson (Josh), Eythor Gudjonsson (Oli), Barbara Nadeljakova (Natalya) e Jana Kaderabkova (Svetlana).
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No filme os 3 amigos querem festa, mulheres e sexo, e como diz a lenda as mulheres do Leste Europeu são fogosas, e que homem não aceitaria o convite de ir para um Albergue com loiras, morenas, russas, suecas, nuas e querendo diversão? Por isso a idéia funciona, por isso o roteiro dá certo.

Mas a proposta inicial de O Albergue é de assustar, colocar medo nas pessoas, mas na verdade é um filme que mostra claramente que o homem ainda guarda sua natureza bestial em algum lugar, e o que nos segura de cometer atos sanguináreos é que fazemos parte de uma sociedade. Mas se não podemos ser descobertos?

Gostei do filme, não merece todo aquela propaganda feita na época do lançamento e, pois não é assim tão forte como falaram. Um filme que lembra um pouco os Jogos Mortais, por mostrar de perto os atos violentos, mas que não apresenta aquele suspense e nem aquele efeito surpresa, mas é um filme sanguinário com um roteiro bem amarrado.

Achei apenas que o desfecho foi muito simples, mas recomendo para quem não tem problema com litros de sangue.

Tarantino produziu o filme e em um momento o Pulp Fiction é mostrado na televisão do Albergue, homenagem sutil e interessante.


Até,
André. C
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Estou surpreso, eu tinha certeza que o André resumiria o filme num: Terror Tosco, Roteiro Fraco, Sangue e Mais Sangue, Perda de Tempo, Terrível e qualquer outro adjetivo para acabar com o filme.

Claro que ele já viu coisa demais no filme, como: Natureza Bestial?!? O que é isso?

O filme é terror puro, como nos bons tempos do Sexta-Feira 13. Jovens sedentos por sexo tem noite dos sonhos com russas deliciosas, depois disso eles tem que pagar. Como? Com sangue, muito sangue.

E cá entre nós qualquer pessoa normal, homem, aceitaria ir para o Albergue do filme, ainda mais depois que você entra no quarto e ve uma morena e uma loira nuas. Se lá é o paraíso, eu vou para a Eslováquia.

Recomendo não ver com namoradas, a Michelle quase me matou, primeiro ela achou que era um pornô light e depois por causa que a tela ficou inteira vermelha.

Gostei do cartaz que escolhemos para o post, pois representa bem a propaganda feita sobre o Albergue, mulheres lindas.

Abraço,
Alexandre Q.