terça-feira, 18 de setembro de 2007

Letra e Música (Music and Lyrics)


Sinopse: Alex Fletcher (Hugh Grant) é um decadente astro da música pop, que fez muito sucesso na década de 80 mas que agora apenas se apresenta no circuito nostálgico de feiras e parques de diversão. A chance de mais uma vez fazer sucesso bate à sua porta quando a atual diva do pop, o convida para compor uma canção e gravá-la com ela, em dueto. O problema é que Alex há anos não compõe uma canção sequer, além de jamais ter escrito uma letra de música. Sua salvação é Sophie Fisher (Drew Barrymore), a encarregada de cuidar das plantas de Alex, cujo jeito com as palavras serve de inspiração para Alex.

Título Original: Music and Lyrics
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 96 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra): 2007
Direção: Marc Lawrence
Roteiro: Marc Lawrence

Elenco:
Hugh Grant (Alex Fletcher), Drew Barrymore (Sophie Fisher), Scott Porter (Colin Thompson), Zak Orth (David Newbert), Brooke Tansley (Janice Stern), Daniel Stewart Sherman (Willy), Brad Garrett (Chris Riley), Aasif Mandvi (Khan) e Haley Bennet (Cora Corman).
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Mais uma comédia romântica como outra qualquer. Podem me chamar de chato, mas faz tempo que não vejo nada original nesta área, sem dizer que não gosto muito da Drew Barrymore.
Como toda comédia romântica o filme tem a hora que se conhecem, a hora que o mocinho deixa a mocinha triste e o final “inesperado”.
A boa coisa do filme é o climão anos 80, parece que o mundo inteiro gosta de relembrar o passado.
Filme para ver num sábado chuvoso.

Abraços,
Alexandre Q.
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Outra comédia romântica daquelas, fácil de ver e fácil de esquecer, mas que tem aquele charme especial e que é agradável enquanto dura.
Previsssível, óbvio que é, mas o filme usa muito bem a música como pano de fundo e tem um elenco bem entrosado.
Sei que a Drew Barrymore não é aquela mulher linda e nem aquela atriz talentosa, mas ela tem um charme e uma maneira na tela que sempre me agrada, sem dizer no Hugh Grant, o cara sempre interpreta o mesmo Hugh Grant, mas, sinceramente, eu acho ele sempre um ponto forte nos filmes, e aqui não é diferente. Acredito que o casal funciona, justamente pelo charme dos dois.
É bom de ver, não só no sábado chuvoso.

Até,
André C.

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30 Rock - Pilot


Sinopse da Série: O seriado é escrito pela ex-atriz e roteirista do Saturday Night Live, Tina Fey, que também estrela a série. Ela interpreta Liz Lemon, um membro do grupo de roteiristas do programa The Girlie Show (Programa da Menina), um show de esquetes similar ao Saturday Night Live, mas com um público alvo de mulheres. O novo executivo do canal Jack Donaghy, interpretado por Alec Baldwin, quer aumentar o público ao chamar para fazer parte do elenco o instável e imprevisível ator Tracy Jordan, interpretado por Tracy Morgan. Jane Krakowski interpreta Jenna Maroney, a estrela do The Girlie Show, que passou a se chamar TGS with Tracy Jordan.

Canal EUA: NBC
Canal Brasil: Sony
Temporada: Primeira
Episódio: 1
Data de Exibição EUA: 11/10/2006

Elenco Fixo: Tina Fey (Liz Lemon), Alec Baldwin (Jack Donaghy), Tracy Morgan (Tracy Jordan), Jane Krakowski (Jenna Maroney), Rachel Dratch (diversos), Scott Adsit (Pete Hornberger), Jack McBrayer (Kenneth) e Judah Friedlander (Frank).
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Em vários sites sobre séries tenho lido sobre a 30 Rock, principalmente comparando-a com , a já cancelada, Studio 60 on the Sunset Strip.
A idéia das séries é a mesma, mas neste piloto a 30 Rock me pareceu bem mais fraca, está mais para uma comédia exagerada, um sitcom bobinho, do que uma série séria como o Studio 60.
Claro que não vou desistir no primeiro episódio, até porque se a série ganhou como Melhor Comédia no Emmy, alguma coisa ela tem que ter, certo? Mas acho a série fez uma caricatura dos programas ao vivo de TV meio exagerada, principalmente o personagem Tracy Jordan.

Até,
André C.
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Achei bem fraquinha também, já tinha visto algumas vezes na Sony, mas nunca me prendeu a atenção.
Também não vi a Studio 60 on the Sunset Strip, então não posso comparar as duas, porém fiquei com a impressão de que a série é meio forçada demais, meio exagerada, mas vamos vendo, até porque é só o piloto.

Abraços
Alexandre Q.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Californication - Fear and Loathing at the Fundraiser


Sinopse da Série: David Duchovny (o Fox Mulder de Arquivo X) é o escritor Hank Moody que luta contra pelo fato de ter estragado as melhores relações que construiu em sua vida: sua ex-namorada (Natascha McElhone ) e sua filha. Viciado em sexo, drogas e em uma vida sem regras Hank Moody tenta recuperar a paixão de sua ex-namorada e entender o crescimento sexual da filha. Entre uma cama e outra Hank Moddy precisa voltar a escrever, mas o que lhe resta é o blog de uma revista da Califórina.

Canal EUA: Showtime
Temporada: Primeira
Episódio: 4
Data de Exibição EUA: 03/09/2007

Elenco Fixo: David Duchovny (Hank Moody), Natascha McElhone (Karen), Madeleine Martin (Becca), Madeline Zima (Mia) e Evan Handler (Charlie).
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Quando eu achei que estava começando a gostar da série, e acreditando que o Mulder poderia ser um garanhão, eu fico em total decepção com o episódio.
Logo no começo vemos um Mulder, ops, Hank sentimental, coisa que não dava para esperar dele, bem na hora que ele tava sendo um exemplo de homem.
Tudo bem que ele disse uma frase interessante sobre o fato de nada sair de bom quando a mulher te olha e fala: Precisamos Conversar.
O episóido perdeu o que vinha construindo, um cafajeste no melhor estilo.
Estou começando achar que está série é escrita por mulheres que dizem que homem é tudo igual.

Abraços,
Alexandre Q.
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Bem, o Alexandre já viu o que eu vi no último episódio, fizeram o Hank ficar um cara sentimental de uma hora para outra. Nada contra isso, mas neste episódio ele foi muito sentimental, deixando a melhor parte do episódio para Charlie, seu amigo e editor.
Aí talvez seja a jogada, já que dizem que uma fina linha separa o homem do monstro, ou seja, o que era mulherengo virou sentimental, e o sentimental está virando mulherengo.
Mas a série ainda continua boa.

Até,
André C.



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sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Weeds - Free Goat



Sinopse: Nancy Botwin mora num subúrbio californiano e seu marido morre sem lhe deixar nenhum dinheiro. Para sustentar sua família, Nancy começa a comercializar drogas entre os moradores, e surpreende-se com o número de conhecidos que se tornam consumidores; entre eles seu advogad e seu contador. Celia Hodes, chefe da Associação de Pais e Alunos, é uma dócil vilã que tem que lidar com as traições do marido e com a rebeldia da filha mais velha.

Canal EUA:
Showtime
Canal Brasil:
GNT
Temporada:
Primeira
Data de Exibição EUA: 14/08/2005

Elenco Fixo:
Mary-Louise Parker (Nancy Botwin), Elizabeth Perkins (Celia Hodes), Kevin Nealon (Doug Wilson), Justin Kirk (Andy Botwin), Tonye Patano (Heylia James), Justin Chatwin (Josh Wilson), Romany Malco (Conrad Shepard ), Hunter Parrish (Silas Botwin) Alexander Gould (Shane Botwin) e Andy Milder (Dean Hodes).
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Continuo me surpreendendo com a série, mas me pergunto será que esta idéia de dona de casa viúva sobrevive vendendo maconha, vai durar?
Eu não apostaria nisso, mas o segundo episódio conseguiu, pois conseguiu mais uma vez lidar com problemas reais.

Abraços,
Alexandre Q.
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Começo a entender porque da fama da série. O segundo episódio foi ainda melhor que o primeiro. E teve na Elizabeth Perkins seu grande trunfo, pois neste, além de mostrar a vida da Nancy, mostrou ainda mais a vida da “chata” Celia.
A cena dela no restaurante com a amante do marido é muito boa e inteligente.
Fico surpreso do povo americano gostar de algo assim, sendo que odiou a melhor série dos últimos tempos Sunset 60.

Até,
André C.

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O Último Rei da Escócia (The Last King of Scotland)


Sinopse: Nicholas Garrigan (James McAvoy) é um jovem médico escocês que parte para Uganda em busca de aventura, romance e alegria. Após um acidente, Nicholas conhece e impressiona o recém empossado presidente do país Idi Amin (Forest Whitaker) .Obcecado com a cultura e a história da Escócia, Amin se afeiçoa a Nicholas e lhe oferece a oportunidade de ser seu médico particular. Ele aceita a oferta, o que faz com que passe a frequentar o círculo interno de um dos mais terríveis ditadores da África.

Título Original: The Last King of Scotland
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra): 2006
Direção: Kevin Macdonald
Roteiro: Jeremy Brock e Peter Morgan, baseado em livro de Giles Foden

Elenco: Forest Whitaker (Idi Amin), James McAvoy (Nicholas Garrigan), Kerry Washington (Kay Amin), Gillian Anderson (Sarah Merrit), Simon McBurney (Nigel Stone), David Oyel
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Eu me arrependo de não ter visto este filme antes, pois é simplesmente um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos. Um filme que tem tudo que um filme bom precisa ter: prende atenção, enredo, diálogos inteligentes, imagens itensas, fortes e de grande impacto.
Não, não é nada sanguinário ou coisa assim, as imagens de grande impacto são causadas pelo excelente Forest Whitaker, o filme é dele.
O Oscar foi mais do que merecido. Uma das atuações mais espetaculares que vi de um ator que não era conhecido do grande público, mas que sempre fez o seu trabalho com muita qualidade, seja à frente das câmeras ou atrás delas.
Se você ainda não viu, não perca tempo como eu, veja assim que puder, talvez você não goste da história, mas quem gosta de cinema não pode ficar sem ver Forest Whitaker neste filme.
Vale lembrar a excelente performance do James McAvoy, merecia também uma indicação ou um prêmio (indicado apenas para o BAFTA)

Até,
André C.
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Eu não dava nada para o filme, aliás, nem me motivei ao ler a sinopse dele, pensei que era mais um filme mostrando o sofrimento dos negros da África, mas fiquei surpreso.
Não considero o melhor filme que vi nos últimos tempos, mas realmente o ator Whitaker faz o filme, ele meio que pega a gente no colo e diz: deixa comigo.
Poderia ter um pouco mais de ação, mostrar mais as matanças do Amin, mas talvez a intenção não fosse mostrar isso, e sim a cabeça do cara.
O final ficou meio assim sem fim, queria ver mais, apesar de achar o filme longo.

Abraços,
Alexandre Q.


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